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Hábitos Ruins

by Futuro

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1.
Ecos 02:19
(SCROLL DOWN FOR ENGLISH TRANSLATIONS) Não vou, não vou permitir que a justiça nos deixe imergir Não vou, não vou mais provar da sua sede de controlar Sacrificando aqueles hábitos ruins, que sempre me enjaularam Num mar de aflição sem fim Não vou, não vou duvidar que podemos piorar Não vou, não vou aderir as mudanças sem resistir Sacrificando aqueles hábitos ruins, que sempre me enjaularam Num mar de aflição sem fim Pra mim... Então me vejo congelada, qual o sentido do ponto de partida? Me comunico diferente agora mas nessa luta me dei por vencida Ecoam Não!!! Sacrificando aqueles hábitos ruins, que sempre me enjaularam Num mar de aflição sem fim Pra mim! ECHOES I won't allow justice to let us drown I will no longer taste your thirst for control Sacrificing those bad habits that have always caged me In a sea of endless affliction I won't doubt we can get worse I won't embrace change without resisting Sacrificing those bad habits that have always caged me In a sea of endless affliction For me... Then, I see myself frozen, what does this starting point mean? I communicate differently now but surrender this fight They echo No!!! Sacrificing those bad habits that have always caged me In a sea of endless affliction For me...
2.
Velho 02:20
(scroll down for translation) Velho, você me mata todo dia
 Com sua cara de quem poderia
 Fazer o que quisesse
 Sem se importar com qualquer idiota

 Marca de pneu, pulmão de fumaça
 Sabe, velho, eu deveria te matar
 Mas qualquer idiota do planeta
 Só queria estar no seu lugar Com os punhos bem fechados
 Eu tento me recolher, pois
 Te ver morto seria o ideal
 Mas prefiro te ver adoecer Apodrecer…
 Idiota, à ninguém irá comover
 Um câncer… OLD MAN Old man, you kill me every day WIth a face like you could Do whatever you wanted Without caring about any other idiot Skid marks, smoke filled lungs You know, old man, I should kill you But any other idiot in this planet Would want to be in your place WIth clenched fists I try to recoil, because To see you dead would be ideal But I'd rather see you get sick Rot... Idiot, nobody's going to be touched A cancer...
3.
Mistério 02:41
(SCROLL DOWN FOR TRANSLATIONS) Me explique o mistério ou vou dizer que não há Continuo procurando sentido em algum lugar Me explique a charada ou vou dizer que não há Só o que mudou foi sua preguiça de pensar A carne ainda queima O sangue ainda ferve como sempre Vendemos e compramos tudo e todo mundo, é simples assim... Pedras no sapato nos fazem calçar É preciso tanto mártir pra se desapegar? Não vou voltar atrás do que quero explicar Opções sem nexo não podem me podar A carne ainda queima O sangue ainda ferve como sempre Vendemos e compramos tudo e todo mundo, é simples assim... Não há chance para sairmos daqui Sem saber onde estamos Sem saber pra onde ir MISTERY Please explain the mystery, or I'll say there's none I keep trying to find meaning somewhere Please explain the riddle, or I'll say there's none They only change is your mental laziness Flesh still burns Blood still boils, same as always We sell and buy everything and everybody, it's that simple... Stones in the shoes they make us wear Do we need that many martyrs to let it go? I will not take back what I'm trying to explain Meaningless choices can't prune me Flesh still burns Blood still boils, same as always We sell and buy everything and everybody, it's that simple... There's no chance for us to leave this place Without knowing where we are Without knowing where to go
4.
(scroll down for translation) Infiel, já nasci
 Seu reflexo eu suprimi

 Pobre alma, iludida
 Cansada de mentiras

 Eu busco, o drama,
 Uma catarse insana

 Rejeito, o heroísmo
 Insuportável cinismo…

 As verdades se repetem em farsas 
E suas farsas gritam por tragédia

 Promessas, não terminam 
E os hinos não se fixam

 Multidão, segue estática
 Com realidade plástica

 A cidade, nos culpa
 Pela tragédia bruta

 Recuso, a tradição
 Ancorada sem razão
 
 As verdades se repetem em farsas
 E suas farsas gritam por tragédia 

A escuridão completa minha mente 
E assim me torno amiga do vazio Não preciso de ninguém
 Não faço parte de nada 
Não pedi para entrar 
No seu conto de fada
 Não espere de mim  
O que queria ver no espelho
 Não se surpreenda
 Se o meu sangue for vermelho

 THE LAST PLAY Unfaithful from birth Your reflex I've supressed Poor soul, delusional Weary with lies I search for drama An insane catharsis I reject heroism Unbearable cynicism... Truths are repeated as farce And your farces scream for tragedy Promises aren't fulfilled And the anthems aren't learned Multitudes remain still Along with a plastic reality The city blames us For the brutal tragedy I refuse tradition Anchored without reason Truths are repeated as farce And your farces scream for tragedy Darkness fills my mind And thus I become friends with the void I don't need anyone I'm not a part of anything I never asked to join Your fairytale Don't look at me For what you'd like to see in the mirror Don't be surprised if my blood is red
5.
O Curso 02:06
(SCROLL DOWN FOR TRANSLATIONS) Só um lado a escolher Não me diga o que fazer Prefiro ignorar Não há nada a te provar Nem tudo que você diz Representa o que penso Esses lados vão matando O que nos resta por dentro Escolhas a compreender Caminhos a percorrer O que é realmente importante a se dizer? Nos manteremos cegos Com batalhas de egos? Faço o que preciso Pra manter meu equilíbrio Escolhas a compreender Caminhos a percorrer O que é realmente importante a se dizer? Vida vazia Sua fantasia E comodidade Em uma única verdade Evitarei o certo pois ele está sempre errado Pouco me importam as cobranças Se nunca houver mudanças THE COURSE Only one side to pick Don't tell me what to do I rather ignore ir There's nothing to prove I'm not represented By every single thing you say Such sides keep on killing What remains inside of us Choices to comprehend Paths to follow What's really important to be said? Will we keep ourselves blind With ego-wars? I do what I can To preserve my equilibrium Choices to comprehend Paths to follow What's really important to be said? An empty life Your fantasy Convenience In one single truth I'll avoid the right path if it's always wrong Demands don't matter If nothing ever changes
6.
Ossos 01:24
(SCROLL DOWN FOR TRANSLATIONS) Eu quero que o seu dinheiro vire areia Eu quero que tudo vire um deserto Eu quero que voce morra de sede Eu quero que voce vire uma caveira A caveira que só veste veludo A caveira que voa na primeira classe Vou chutar o seu esqueleto Vou perder suas vértebras Vou embaralhar seus ossos Vou roubar seus brinquedos A caveira mais esperta de todas A caveira que sentou no trono BONES I want your money to turn into sand I want everything to become a desert I want you to die of thirst I want you to turn into a skull The skull that only dresses in velvet The skull that flies first class I'll kick your skeleton I'll lose your vertebrae I'll mismatch your bones I'll steal your toys The smartest skull of all The skull sitting on the throne
7.
History 03:10
VERSÃO EM PORTUGUÊS ABAIXO Not ahead, not in between History's running out of steam While we poison our own dreams Great dead men so far away Their atrocities their fame Nothing of our own to claim This is the end of looking back This is the chapter about what happens next We have no names You have no time You hold the pens But we're the ones who write Like a neverending road History's running much too slow The ticking bomb never explodes All the glories of the past Are remembered anyway In a room inside our minds Nothing of our own to say Gotta start a different story About what happens next Never to be told, because it never ends Use the sacred scrolls as fuel Breath air instead of dust Drop all the dead weight on our backs To the future... or bust! HISTÓRIA Nem na frente, nem no meio A lenha da história está acabando Enquanto nós envenenamos nosso sonho Grandes homens mortos muito longe Suas atrocidades, sua fama Nada disso é nosso Acabou isso de olhar para trás Essa é a história do que acontece depois Não temos nome, não temos tempo Vocês seguram as canetas, mas somos nós que escrevemos Como uma estrada sem fim A história está indo devagar demais A bomba relógio nunca explode Todas as glórias do passado São lembradas de qualquer jeito Num quarto no fundo das nossas mentes Nada nosso para dizer Tem que começar outra história Sobre o que acontece depois Que nunca será contada, porque ela nunca acaba Usar os pergaminhos sagrados como lenha Respirar ar em vez de pó Largar o peso morto nas nossas costas Rumo ao futuro... é tudo ou nada!
8.
Dia Eterno 03:39

credits

released March 9, 2015

Mila - Vox
Pedro - Guit, vox
Bá - Baixo/Bass
Alemão - Bateria/Drums

Gravado em 31 de maio/1 de junho de 2014 nos Estúdios El Rocha, São Paulo, por Fernando Sanches.
Recorded may 31/june 1 2014 at Estúdios El Rocha, São Paulo by Fernando Sanches.
Mix - Futuro & Fernando Sanches
Master - Paul Mahern (Mahern Audio, Bloomington, IN)

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Futuro São Paulo, Brazil

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